Vimos no post sobre gamificação como grandes marcas estão atraindo e retendo clientes por meio de ações que envolvem mecânicas de jogos. Quando falamos em usar a lógica de um game para envolver o público-alvo e fazê-lo interagir com a empresa, nem sempre fica claro como a gamificação nas empresas pode funcionar.

No nosso conteúdo sobre exemplos de gamificação, mostramos três situações de aplicação do conceito também no contexto B2B: estimular comportamentos, levar o participante ao canal de comunicação do programa de incentivo e obter dados dos usuários.

Esse recurso veio mesmo para ficar. A cada dia, mais e mais empresas investem na estratégia. De acordo com um relatório da empresa global de pesquisa Markets and Markets, a estimativa é que, até 2018, a gamificação será um mercado de mais de 5 bilhões de dólares no mundo todo.

Mas como aplico isso no meu relacionamento B2B? Um dos comportamentos interessantes de se estimular com a mecânica de jogos é a busca por capacitação e, consequentemente, por melhores resultados e produtividade. A gamificação nas empresas pode ser utilizada como forma de compartilhar conhecimento e testar o aprendizado de colaboradores, algo já utilizado por companhias de diversos portes e segmentos. Compartilhamos dois exemplos a seguir.

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Gamificação nas empresas: apoio em treinamentos

Há um mundo de possibilidades para a gamificação nas empresas, sendo que as técnicas mais utilizadas atualmente envolvem programas de pontos, desafios, conquistas de medalhas e badges, placares de líderes etc. Na prática, recompensas são oferecidas aos participantes que realizam tarefas pré-estabelecidas (comportamentos que levarão a objetivos estratégicos).

O Grupo Gerdau, referência em siderurgia no país, aderiu ao recurso de gamificação para treinar seus funcionários sobre segurança do trabalho. Em uma das unidades da empresa, óculos de realidade virtual e jogos de conhecimento foram aplicados em substituição aos treinamentos teóricos. Em troca, os funcionários recebem a certificação obrigatória de Análise Preliminar de Riscos (APR).

A Academia de Liderança da Deloitte, multinacional de consultoria empresarial, trocou o treinamento formal para executivos da empresa e clientes pela gamificação. Antes, o curso tinha baixa adesão e conclusão. Desde a mudança, houve um aumento de 47% entre os usuários que retornam ao site para fazer novas tarefas.

Duas coisas ficam claras com esses exemplos: que a gamificação nas empresas é possível até mesmo em ambientes formais e que existe um desafio constante de se manter clientes, funcionários e parceiros envolvidos com os valores da instituição.

Três resultados que a gamificação nas empresas pode alcançar

Competitividade saudável: a competição lida com a natureza humana que motiva as pessoas a partir da vontade de superação (ao próximo ou a si mesmo) em algum aspecto.

Sentimento de conquista: ao se atingir um determinado objetivo, desperta-se um sentimento de conquista, que é um importante estímulo para as para que o participante continue engajado e interessado nas próximas etapas.

Mensuração de desempenho: um membro de um programa que utiliza a gamificação não conseguirá perceber sua evolução sem uma demonstração clara de seu progresso pelos níveis, conquistas ou demais estruturas montadas para sua interação. Como um termômetro, com a gamificação é possível avaliar e mensurar os resultados, antecipando-se às necessidades do jogo e às tendências do mercado.

Ficou interessado nas possibilidades de gamificação nas empresas? Deixe seu feedback nos comentários!

 

 

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