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Na edição #88 da nossa newsletter de curadoria de conteúdo, o Radar, falamos sobre 3 pontos-chaves na nova jornada do consumidor;  streaming e experiência do cliente; programas de fidelidade; e reuniões desnecessárias, as vilãs do trabalho remoto.

 

Ouça o Radar da semana:

 

[Think With Google Brasil] 

3 pontos-chaves na nova jornada do consumidor

Em 2020, o e-commerce registrou um crescimento de 27,6% em todo o mundo, segundo levantamento da eMarketer. Agora, em uma pesquisa mundial que envolve os setores de varejo, viagens e finanças, a TwG apresenta resultados sobre como se consolidou a nova jornada do cliente. A moral da história é: permitir ao consumidor fazer compras quando quiser, como quiser e onde quiser, em uma experiência agradável e sem atrito. Esses novos padrões impõem novas estratégias de abordagem e fidelização.

O artigo indica três pontos-chaves para o e-commerce eficiente:

  1. Omnicanalidade, seja encontrado online, mas não descuide do físico, 66% planejam compras na loja;
  2. Pontos de atenção, suporte em toda a jornada, disponibilidade de produtos, problemas com pagamento e falta de atendimento;
  3. Melhore seu site ou aplicativo, fricção destrói a experiência do consumidor.

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[Fast Company]

Guerra do streaming, camisetas e a experiência do cliente

E a guerra do streaming não tem apenas um campo de batalha. A Netflix está lançando uma loja virtual – pra vender camisetas, canecas e outras coisas – e fazer frente à sua rival Disney. O cálculo é simples: dar aos fãs a chance de mostrar sua paixão por seus personagens favoritos e faturar com o licenciamento de marca, como a companhia do ratinho faz. Para se ter uma ideia, em 2019, segundo a Licensing International, varejistas negociaram US$ 128 bilhões no mundo todo em produtos licenciados.

A Disney, com o estúdio e seus parques temáticos, conhece a experiência do cliente como ninguém, tendo advocacy do público há décadas, mas se aventurou há poucos anos na plataforma de streaming. A Netflix tenta fazer o caminho inverso. Com um acervo crescente de conteúdo original, ela espera conquistar corações e mentes dos fãs com todo tipo de quinquilharia. Camisetas Stranger Things são só o começo.

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[ABEMF] 

Programas de fidelidade se valorizam com o atual cenário

Com a conjuntura, 55% das pessoas passaram a dar preferência para compras de marcas que oferecem programas de fidelidade. É a opinião dos participantes do levantamento realizado pela ABEMF (Associação Brasileira das Empresas do Mercado de Fidelização) e Locomotiva Instituto de Pesquisa. Os efeitos econômicos da pandemia tornaram ainda mais atraentes as vantagens e chances de poupar proporcionadas pelos programas.

A pesquisa aponta também um campo para expansão desse mercado, já que 74% dos que ainda não são cadastrados afirmaram pretender utilizar programas do tipo. Sobre os gatilhos motivacionais para participação nos programas, a resposta mais mencionada foi resgatar pontos/milhas em dinheiro (cashback), citada por 55%; seguida por conseguir recompensas mesmo com pouco saldo, com 44%.

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[The Economist]

Reuniões desnecessárias, as vilãs do trabalho remoto

Adorado por uns, odiado por outros, o trabalho remoto divide opiniões e tem na jornada híbrida uma solução salomônica. Este texto aborda um levantamento feito com 10 mil funcionários de uma empresa de tecnologia asiática. Embora não tenha havido queda de produtividade (em muitos casos, ela cresceu), a pesquisa aponta que os colaboradores trabalharam 30% mais horas que antes da pandemia, incluindo 18% de aumento fora do horário de trabalho.

Ou seja, medindo-se a produtividade por hora trabalhada, ela cairia 20%. As razões? Colaboradores que trabalham com criação sofrem com interrupções (filhos, tarefas domésticas etc). Mas o grande vilão apontado foi o tempo perdido em reuniões longas e desnecessárias, em que o nível gerencial tenta apenas dar provas de sua existência. Funcionários veteranos têm menos problemas com as entregas, o que significa que treinamento, direcionamento e acompanhamento é que deveriam ser o foco das lideranças.

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