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Na edição #97 da nossa newsletter de curadoria de conteúdo, o Radar, falamos sobre o boom da gamificação em programas de fidelidade; Salesforce avança na produção de conteúdo corporativo com canal de streaming; Burger King e McDonald’s apostam na fidelização de clientes; e programas de fidelidade premium têm de ser vistos como investimento.

 

Ouça o Radar da semana:

 

[ANTAVO]
O boom da gamificação e os programas de fidelidade

O mercado de gamificação deve movimentar US$ 40 bilhões até 2024. Por meio dela é possível um engajamento maior (e melhor) nos programas de fidelidade, em especial com as novas gerações. Gamificar é incluir mecânicas lúdicas que geram experiências positivas, fazendo com que o cliente interaja mais com a marca, consuma e compartilhe dados que levam à personalização. Isso ocorre por conta de nosso comportamento, com traços de competitividade, cooperação, busca de status, medo de ficar por fora, entre outros.

O artigo traça duas regras para se gamificar os programas: ter um objetivo final definido e conhecer o público a que se destina e suas preferências. A partir daí é possível montar mecânicas voltadas para os dois pontos. Pode ser um aplicativo para celular, com possibilidade de interação com redes sociais e desafios a colegas. Badges, rankings e camadas ajudam a impulsionar aqueles traços humanos que criam engajamento. O texto ainda traz cases de gamificação no varejo.

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[EXAME]
Salesforce avança na produção de conteúdo corporativo com canal de streaming

“O conteúdo é rei”. Essa máxima do marketing sobre a importância de material interessante e relevante para engajar públicos é cada dia mais verdadeira. Prova disso é a mais nova incursão da Salesforce, gigante do setor de Customer Relationship Management (CRM), nessa seara. A companhia vai lançar em setembro, em seu evento Dreamforce, uma plataforma de conteúdo por streaming, a Salesforce+.

Como outros serviços do tipo, haverá séries originais, podcasts e eventos ao vivo, tudo com foco no mundo corporativo. O conteúdo está a cargo da Salesforce Studios, que já produz materiais como os programas Connections, que conversa com representantes de empresas como IBM e Levi’s, e The Inflection Point, com depoimentos de CEOs de companhias como Coca-Cola, PayPal e Ford Motor.

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[CHEETAH DIGITAL]
Burger King e McDonald’s apostam na fidelização de clientes

Quando duas das maiores cadeias mundiais de fast food, famosas por terem mais que clientes, mas fãs e defensores da marca, investem em novos programas de fidelidade, é bom prestar atenção. Apesar de os programas lançados este ano fazerem parte de estratégias estabelecidas antes da pandemia, as mudanças de comportamento geradas por esta com certeza influenciaram as ações do Burger King e do McDonald’s, que focam na experiência do consumidor. 

Este artigo analisa as duas iniciativas, ambas baseadas em pontos, gamificação e aplicativos de celular. Três razões principais dos programas se destacam:

  1. Coletar dados dos membros, e assim personalizar o serviço, e antever demandas etc.;
  2. Reter clientes com os benefícios, algo importante também para a retomada pós-crise;
  3. Impulsionar vendas, pela troca dos pontos, e por meio do novo canal de comunicação com o consumidor, apresentar novos itens do cardápio e serviços. 

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[CLARUS COMMERCE]
Programas de fidelidade premium têm de ser vistos como investimento

Segundo a pesquisa 2021 Premium Loyalty Data Study, feita nos Estados Unidos, 76% dos consumidores pagariam para fazer parte de um programa de fidelidade premium. Ou seja, programas com benefícios que vão além dos pontos, como envio e devolução grátis, acesso VIP e exclusividades, amostras de produtos e mais. Tudo baseado em uma conexão personalizada e mais emocional.

Este artigo aborda como precificar um programa assim, partindo do pressuposto base: atender a anseios e necessidades dos clientes, como status e comodidade. O consumidor tem de perceber o programa como um investimento. Para isso é preciso oferecer o benefício certo (algo de destaque no segmento), com um custo justo, mas também com um valor percebido pelo consumidor como correto e dentro de seu contexto. 

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