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Na edição #85 da nossa newsletter de curadoria de conteúdo, o Radar, falamos sobre programas de fidelidade e os novos padrões de consumo; tendências de comportamento das mulheres e a disparidade de tratamento; confiança em queda, mas empresas são bem-vistas; comunidades virtuais, autenticidade e engajamento social.

 

[McKinsey Quarterly] 

Programas de fidelidade e os novos padrões de consumo

Os novos padrões de consumo gerados no último ano têm mostrado que um programa de fidelidade eficiente faz muita diferença. Este relatório da McKinsey & Company comprova: 46% dos respondentes afirmaram optar por empresas com programas em vez de seus concorrentes; 40% aumentaram a frequência de compras; e 32% pagam preços maiores para continuar com a marca.

Mas o levantamento aponta também que 75% dos consumidores experimentaram alguma nova loja, website ou produto durante a pandemia. E 60% desses esperam integrar as mudanças às suas rotinas pós-covid. Segundo o texto, eliminar barreiras e facilitar o relacionamento cliente-marca é um caminho. Na outra ponta, uma opção são os programas pagos: 62% dos participantes são mais propensos a gastar mais e 43% são mais dispostos a comprar semanalmente.

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[Think with Google Brasil]

Tendências de comportamento das mulheres e a disparidade de tratamento

Não importa de que lado do balcão estejam, as mulheres são uma fatia respeitável dos negócios. Mas elas ainda são negligenciadas. Fazer presunções sobre seus anseios ou se basear em estereótipos são erros que as marcas devem evitar se quiserem engajar o segmento feminino. Este texto da TwG Brasil aponta as tendências de comportamento das mulheres, tanto no consumo quanto a carreiras e rotinas, além da disparidade no tratamento de suas necessidades.

Por exemplo, na publicidade, elas têm menos ‘fala’ que os homens, nas categorias: Educação & Governamental (26%) e Automotiva (24%). A indústria também leva em consideração o padrão masculino: Escritórios são mais frios por usar o metabolismo do homem como padrão; e os automóveis são desenhados por medidas masculinas, o que torna as mulheres 47% mais suscetíveis a se machucar em acidentes de carro.

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[Edelman]

Confiança cai no mundo todo, mas empresas são bem-vistas

Confiança é um requisito para qualquer relacionamento – não há negócios sem ela. Produzido com dados de 14 países, Brasil incluído, o estudo 2021 Edelman Trust Barometer aponta para uma queda na confiança mundial. Governos, empresas, ONGs e mídia foram avaliados por quase 17 mil respondentes. O Brasil é um dos países com maior disparidade entre os que mais confiam (64%, público informado) e os que menos confiam (47%, população geral). 

De acordo com o estudo, a pandemia trouxe com ela desinformação, dados desencontrados e fake news, uma infodemia, resultando em queda geral da confiança (40% nos EUA; 30% na China). A boa notícia é que os negócios lideram, com 61% da confiança. ONGs (57%), governos (53%) e mídia (51%) vêm logo atrás. Mas isso implica responsabilidade: 86% consideram que os CEOs devem se posicionar sobre questões sociais (ou seja, empresas como agentes de mudança).

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[MIT Sloan Review Brasil]

Comunidades virtuais, autenticidade e engajamento social

A omnicanalidade, estar onde seu consumidor está, atendê-lo e entendê-lo, é hoje base do relacionamento e do engajamento de clientes. Mas já não basta. Este artigo aborda a importância de se manter antenado com as comunidades virtuais de áreas de interesse das marcas, verdadeiros ‘grupos focais’ online. De temas de cultura pop a sociais, passando até por fãs de frigideiras de ar quente, são lugares para se ouvir e aprender.

O texto fala ainda do uso de UGC (User Generated Content), os conteúdos de marca gerados nas redes sociais pelos próprios usuários. São materiais autênticos, muitas vezes mais impactantes que os de influenciadores, e que aproximam marca-cliente. Outro ponto é que a neutralidade não é mais opção. 83% dos consumidores brasileiros preferem comprar de empresas que defendam propósitos alinhados aos seus valores.

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