[Radar TSI #272] Fidelização bate recordes no Brasil, lealdade sob condições, incentivos para construir vínculo com colaboradores e +
//Engajador Rhebeka VasconcelosRADAR é uma curadoria do Tudo Sobre Incentivos, um espaço dedicado a comentários e indicações de conteúdos relacionados ao mundo da fidelização e do
engajamento. Nesta edição do Radar TSI #272, reunimos artigos e estudos que mostram como os novos recordes de uso e engajamento nos programas de
fidelidade no Brasil, segundo dados da ABEMF, uma análise da sobre como os viajantes estão “usando estrategicamente” os programas de recompensas, também
abordamos como incentivos simbólicos, personalizados e coerentes têm sido usados para engajar colaboradores e fortalecer vínculos dentro das empresas e
muito mais.
[R7]
Indicadores da fidelização batem recordes no Brasil, segundo ABEMF
A ABEMF (Associação Brasileira das Empresas do Mercado de Fidelização) divulgou os dados do 3º trimestre de 2025, revelando aumento no uso dos programas de
fidelidade no país. O volume de pontos acumulados cresceu 15,1% (270,5 bilhões), enquanto os resgates subiram 22,2%, totalizando 247,7 bilhões. O faturamento do
setor também avançou, atingindo R$ 6,59 bilhões (+18,3%). A maior parte dos resgates (77%) continua concentrada em passagens aéreas, mas os demais 23% se
referem a produtos, serviços e benefícios como cashback e descontos.
Um dos destaques é a redução da taxa de breakage — indicador que mede a proporção de pontos que expiram sem uso — para 11,6%, o menor patamar da série
histórica da ABEMF. A queda de 0,8 ponto percentual em relação a 2024 reflete o esforço das empresas em incentivar a utilização dos pontos, com estratégias como
campanhas de extensão de validade, novas parcerias e mais opções de acúmulo e resgate. Segundo a entidade, os resultados mostram uma evolução no engajamento
dos consumidores e na maturidade das marcas em suas estratégias de fidelização.
[BREAKING TRAVEL NEWS]
Lealdade sob condições: estratégia, não devoção
Essa nova pesquisa da Phocuswright mostra que 84% dos viajantes de lazer adotaram ao menos uma prática de “usar estrategicamente” o programa nos últimos 12 meses. As práticas incluem voar ou se hospedar apenas para manter status, emitir cartões de crédito visando bônus e até fazer compras por terceiros para acumular recompensas. Mesmo entre quem declara ter marcas preferidas ou estar em categorias altas nos programas, mais da metade realizou reservas fora dessas marcas quando preço, disponibilidade ou conveniência pesaram mais.
O relatório também revela que pontos e benefícios reforçam o vínculo com marcas, mas não o lideram. O que realmente guia a preferência são preço justo, confiabilidade e facilidade. Pressões econômicas aumentam a relevância do resgate como forma de viabilizar viagens, inclusive para destinos inéditos. Além disso, a geração Z e os millennials valorizam variedade e experimentação, vendo a troca de marcas como parte intencional da experiência, e não como infidelidade.
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[VALOR ECONÔMICO]
Incentivos que constroem vínculo entre colaboradores e empresas
Engajamento de equipes vai muito além de salário, envolve coerência, propósito e estímulos simbólicos. Essa matéria traz exemplos de como empresas, especialmente de médio porte, estão ampliando o pacote de benefícios com incentivos modernos e personalizáveis. Entre eles estão programas internos de mentoria, subsídios para corridas e ações voluntárias, bolsas de estudo, trabalho remoto com propósito claro, além de rituais simples como happy hours, celebrações coletivas e dinâmicas afetivas que fortalecem os laços e geram memória emocional positiva.
O texto reforça que o sucesso dessas estratégias depende de escuta ativa, uso de dados sobre os colaboradores e de uma liderança presente, que participe dos rituais e incentive uma cultura coerente entre discurso e prática. Mas, para gerar impacto real, é preciso autenticidade: não adianta oferecer terapia se o ambiente for tóxico ou defender colaboração sem critérios claros de PLR. Incentivos funcionam quando respeitam o tempo, a saúde e a trajetória das pessoas. E quando a empresa reconhece que engajar é, antes de tudo, construir valor nas relações.
[THE BUSINESS RESEARCH COMPANY]
Geofencing: cresce personalização em tempo real
O mercado global de geofencing ativo (tecnologia que aciona ações com base na localização do usuário) deve alcançar US$ 5,11 bilhões até 2030, com crescimento médio anual de 18,2%, segundo esse relatório. O avanço é impulsionado por fatores como 5G, projetos de cidades inteligentes, rastreamento logístico e uso de dados em tempo real. Entre os vetores de expansão estão o engajamento por localização, integração com IoT, campanhas automatizadas e aplicações estratégicas em setores como varejo, transporte, marketing e segurança patrimonial.
A pesquisa aponta tendências como notificações personalizadas e interações baseadas em geolocalização, com foco em automação e uso inteligente de dados. Embora o estudo tenha ênfase em infraestrutura e segmentos de mercado, os resultados indicam oportunidades para CX e loyalty: jornadas mais conectadas ao contexto físico, comunicações mais relevantes e novos gatilhos para experiências omnichannel.
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