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Na edição #98 da nossa newsletter de curadoria de conteúdo, o Radar, falamos sobre o webinar que abordará tendências do loyalty; engajamento digital sem tirar vantagem do consumidor; o futuro da indústria de viagens; e a experiência do varejo no pós-pandemia.

 

Ouça o Radar da semana:

 

[ABEMF]
Webinar abordará tendências do pós-pandemia e uso de dados

Com o intuito de debater os principais temas do loyalty no país, chega a sua quinta edição a série de webinars da Associação Brasileira das Empresas do Mercado de Fidelização (ABEMF). O evento acontece nos próximos dias 30 e 31 de agosto, a partir das 17h. As inscrições, gratuitas, já estão abertas. A mediação fica a cargo de Eduardo Terra, CEO da SBVC e partner da BTR.

No primeiro dia, Tatiana Mazza, chief data officer do Carrefour, Leonel Andrade, CEO da CVC Corp, e Rodrigo Gouveia, diretor da Inter Shop, discutem visões de diferentes indústrias a respeito das tecnologias e as principais alavancas do mercado. No dia 31, Carlos Busch, vice-presidente da Salesforce Latin America, fala sobre o uso de dados para personalização da oferta e nas estratégias de fidelização.

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[HARVARD BUSINESS REVIEW]
Engajamento digital sem tirar vantagem dos consumidores

Este texto fala da exploração por parte das plataformas digitais e companhias de tecnologia dos vieses comportamentais dos consumidores. Isso pode acabar por minar o relacionamento com a marca e a confiança no ecossistema digital como um todo. O caminho, segundo os autores, é regulação e ação das empresas para promover arquitetura e design éticos.

Assim, o engajamento honesto com o cliente deve evitar quatro vieses:

  1. Desatenção do consumidor – o velho exemplo das linhas miúdas em contratos, pois atentamos só para o que se destaca;
  2. Dependência de referência – alternativas negativas para que uma terceira se destaque;
  3. Opções pré-estabelecidas – o default de uma inscrição influencia todo seu preenchimento;
  4. Adicção – engajamento do cliente via dependência, como nas redes sociais.

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[THE WISE MARKETER]
Como a indústria de viagens deve se preparar para o futuro

Um dos setores mais atingidos pela pandemia, a indústria de viagens luta agora para reconquistar a confiança e a fidelidade de clientes que ainda sofrem com cancelamentos, adiamentos e, em certos casos, reembolsos limitados. O futuro ainda é incerto, com reaberturas e volta de restrições, mas este texto traz dicas sobre como melhorar a experiência do consumidor a partir dos novos hábitos de compras, trabalho e lazer.

  1. Personalização – Saber as preferências de lugares, assentos, horários são dados fáceis e que fazem a diferença na relação;
  2. Banco de dados atualizado – E simples de manusear para gerar insights de ofertas e experiências únicas;
  3. CRM – investir em um sistema que agregue informações dos clientes;
  4. Vender melhor – Todos os dados gerados servirão para oferecer serviços e produtos melhores e para o público certo;
  5. Comunicação – Tenha à mão para o cliente as informações necessárias sobre requisição de vacinas, eventuais quarentenas etc.

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[FORBES]
O varejo precisa renovar a experiência física no pós-pandemia

Nos Estados Unidos, há um otimismo quanto às vendas do varejo para o verão e inverno (do hemisfério norte), especialmente com relação a uma volta às lojas físicas. Este artigo fala da expectativa dos consumidores para com as marcas, depois de terem se acostumado a certos níveis de personalização do e-commerce. Assim, uma renovação da experiência física deve se basear em três componentes:

  1. Garanta relevância – Utilize dados primários dos clientes para gerar experiências únicas, personalizadas;
  2. Crie prazer – Faça o consumidor se surpreender positivamente com a compra em pessoa;
  3. Conecte os ambientes digital e físico – Um programa de fidelidade ajuda neste quesito, rendendo benefícios tanto para clientes online quanto da loja física. A ideia é superar expectativas e fazer com que o físico e o digital não só se completem como turbinem um ao outro.

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