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Na edição #90 da nossa newsletter de curadoria de conteúdo, o Radar, falamos sobre incentivos aumentam reviews positivas de produtos; três aspectos do varejo para retenção dos consumidores; as cadeias de fast food e os programas de fidelidade; e consumidores pesquisam e compram via redes sociais.

 

Ouça o Radar da semana:

[Harvard Business Review]
Incentivos aumentam reviews positivas de produtos

93% dos consumidores norte-americanos leem críticas sobre um produto antes da compra. Isso aponta que dão valor a reviews honestas e se sentem encorajados a fazerem as suas. O que este artigo mostra é que ofertar incentivos aos clientes para deixarem sua opinião funciona: haverá mais reviews e, em geral, positivas, independentemente da experiência do cliente. Mas, em face de escândalos e opiniões completamente fora da realidade, essas reviews têm o efeito contrário.

A HBR fez experimentos com 800 pessoas oferecendo incentivos monetários (baixíssimos), possibilidade de um prêmio por loteria em dinheiro e em produtos. A um pequeno grupo nada foi ofertado. Os grupos que tiveram incentivos tiveram uma linguagem 40% mais positiva e ainda consideraram a experiência prazerosa. Estudos posteriores apontam que essa experiência foi o principal motivador da resposta mais emocional. É uma valorização da opinião do cliente, que, por sua vez, parece se sentir compelido a ver o lado bom do produto ou serviço.

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[Meio & Mensagem]
Três aspectos do varejo para retenção dos consumidores

O varejo, além de importante indicador econômico, serve também como pulso das tendências do consumidor. O que a pandemia mostrou é que todos precisam – ou querem – consumir e, portanto, vão encontrar as formas para isso. Se sua marca não facilita esse ‘encontro’ com o cliente, outras, com certeza o farão. Este artigo da diretora de Negócios do Google Brasil traz três aspectos do varejo: adaptabilidade, versatilidade e inteligência.

  1. Adaptabilidade: há uma nova jornada, de experiência líquida, com o consumidor mais agnóstico e em busca de fluidez, interação e personalização, com as buscas desempenhando um papel ainda mais relevante;
  2. Versatilidade: para gerar recorrência, sortimento de verticais, de forma a manter o cliente no ecossistema, ainda marketplaces próprios ou canais de venda direta;
  3. Inteligência: compreender o que quer o consumidor passa por decodificar dados, oferecendo personalização e experiência única.

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[Loyalty 360]
As cadeias de fast food e os programas de fidelidade

Nos últimos anos, diversas cadeias de fast food mundiais reformularam seus programas de fidelidade. Isso tem a ver com amadurecimento do público e necessidade de novas mecânicas e gatilhos motivacionais. Há ainda as que chegam agora ao universo do loyalty. É o caso da rede norte-americana de frango frito Popeyes, que está lançando seu primeiro programa do tipo.

Baseado em pontos, o Popeyes Rewards (via app ou site) incentiva a ideia de pertencimento, ‘fazer parte da família’, oferecendo um lanche exclusivo para os novos membros, uma torta de maçã grátis apenas pela adesão ao programa, além de vantagens personalizadas e desafios. A mecânica gamificada da rede espera tornar a jornada do cliente – e o relacionamento com a marca – mais lúdica.

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[Mundo do Marketing]
Consumidores pesquisam e compram via redes sociais

Se alguém ainda tinha dúvidas sobre a importância da omnicanalidade e da comunicação com o consumidor, melhor checar a pesquisa Social Commerce, da All iN | Social Miner, Etus e Opinion Box. Para pesquisar itens de desejo, 76% dos consumidores recorrem às redes sociais – 56% deles para ter acesso à avaliação de outros clientes, e 54% para comparar preços. A comodidade de uma jornada sem fricções é o diferencial aqui.

O Instagram é o preferido por quem usa as redes para pesquisar produtos (62%), seguido pelo Facebook (61%), Google Shopping (61%) e WhatsApp (37%). Dos 86% que têm o costume de consumir online, 74% o fazem por sites e aplicativos e 8% pelas redes sociais. Mas com as novas tecnologias de pagamento e segurança, o campo para crescimento é promissor: são 4,2 bilhões de usuários no mundo todo.

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