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Na edição #94 da nossa newsletter de curadoria de conteúdo, o Radar, falamos sobre a necessidade das marcas serem leais aos clientes; recompensas aos bug hunters; 4 estratégias para o modelo híbrido de escritórios; e engajamento e o risco do cancelamento das marcas.

 

Ouça o Radar da semana:

[Bond Brand Loyalty]
Estudo aponta a necessidade das marcas serem leais aos clientes

A Bond Brand acaba de lançar a nova edição de sua pesquisa anual, o Loyalty Report 2021. Este ano, a empresa inverte a lógica e joga luz sobre a necessidade de as empresas serem fiéis a seus clientes. Apenas 20% dos consumidores sentem que as marcas são leais a eles, o que impacta seu relacionamento e os resultados das companhias. Segundo o estudo, para que haja real centralidade no cliente, as marcas precisam ser leais aos consumidores primeiro. É necessário reciprocidade.

O levantamento foi feito com 25 mil consumidores norte-americanos, que analisaram 450 programas de fidelidade. Starbucks, Adidas, Accor, Uber Eats estão entre as empresas mais bem cotadas. Ainda, 80% dos respondentes afirmaram que programas de fidelidade os fazem mais propensos a comprar das marcas (+2% em relação a 2020); e 68% mudam o valor de seus gastos para maximizar benefícios a receber (+4%, comparado ao ano anterior).

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[Exame]
Evento promove recompensas para os caçadores de bugs 

Os bug bounties, programas de recompensas para detecção de falhas em sistemas de companhias, são comuns no exterior. Grandes marcas costumam premiar profissionais que encontram erros em novos sistemas e features. Por aqui, empresas de cibersegurança querem popularizar a prática por meio de um evento online e gratuito: o BugHunt Con.

Com a explosão do e-commerce e a necessidade do home office, falhas de segurança, invasões e vazamentos também aumentaram. Esse incentivo à varredura de erros ou fragilidades não só fortalece a segurança dos sistemas, como também beneficia as empresas ao estimular a criatividade e a busca de novas soluções. A primeira edição do BugHunt Con acontece de 2 a 7 de agosto.

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[Harvard Business Review]
4 estratégias para o modelo híbrido de escritórios

O horizonte próximo – fins de 2021 e início de 2022 – apresenta a possibilidade de as empresas contarem com a volta de seus colaboradores aos escritórios. Ao menos parcialmente, ou em novos formatos, algo híbrido com o melhor de dois mundos. Pesquisa da Gensler mostra que 52% dos trabalhadores norte-americanos preferem um modelo assim. Este artigo traz quatro estratégias para garantir as melhores condições de trabalho e produtividade em alta.

  1. Mescle experiências físicas e digitais de forma a gerar igualdade, engajamento e comodidade;
  2. Varie os espaços, com reuniões em ambientes abertos e trabalho individual em cabines ou pods;
  3. Torne ambientes fixos em fluidos, por exemplo, o café pode ser um bom local de reuniões; 
  4. Equilibre o “eu” e o “nós”, com o escritório como lugar de colaboração e o isolamento para foco e processamento de ideias.

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[Gama Revista]
Marcas mais engajadas e o risco do cancelamento

A pandemia deixou evidente o anseio do público por empresas engajadas social e ambientalmente e isso reflete na fidelização. Este texto cita estudo da Edelman que afirma que confiar em uma empresa e saber que ela tem boa reputação já são características mais importantes para a maioria dos clientes do que simplesmente amar a marca. Contudo, é crucial encontrar o equilíbrio para evitar boicotes e o tão falado cancelamento.

O artigo aborda como essas ações, hoje tão comuns nas redes sociais, podem impactar de fato uma grande companhia. Fica claro que as marcas precisam ser coerentes com as causas que apoiam (diversidade no discurso, mas não no quadro de funcionários, por exemplo, é um contrassenso) e saber que nem todos os clientes irão concordar com ela. O diálogo com o consumidor, porém, deve prevalecer sempre.

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