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[Radar TSI #286] Mais privacidade, revisão de programas, apps e +

RADAR é uma curadoria do Tudo Sobre Incentivos, um espaço dedicado a comentários e indicações de conteúdos relacionados ao mundo da fidelização e do engajamento. Nesta edição do Radar TSI #286, reunimos leituras sobre como mais proteção pode aumentar a disposição para compartilhar dados, por que marcas vêm revisando seus programas, como os apps tentam assumir um papel mais ativo na jornada e muito mais.

[HBR]
Mais privacidade pode aumentar a disposição para compartilhar dados

Uma pesquisa com 16 mil consumidores dos Estados Unidos mostra que após a entrada em vigor de leis de privacidade mais rígidas na Califórnia e na Virgínia, os usuários de um grande aplicativo de engajamento passaram a compartilhar mais dados, e não menos. Segundo o estudo, esses consumidores enviaram 9% mais informações, na forma de recibos de compra, do que usuários de outros estados. O tema conversa diretamente com o debate brasileiro em torno da LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) e com uma discussão central para programas de fidelidade: proteção e uso de dados não precisam operar como forças opostas.

No Panorama da Fidelização 2025, do TSI + ABEMF, por exemplo, apenas 15,6% dos consumidores disseram que não gostariam de compartilhar seus dados com marcas em troca de mais personalização, melhor experiência de compra ou benefícios. Entre os dados mais aceitos estão e-mail (43,1%), data de aniversário (35%) e nome (30,3%). O recorte é interessante porque reforça que, quando a relação é clara e o valor percebido faz sentido, transparência e confiança podem ampliar — e não reduzir — a disposição do cliente em compartilhar informação.

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[CX DIVE]
Programas de fidelidade estão sendo recalibrados

Mudanças recentes em programas de oito marcas, de Starbucks a United Airlines, ajudam a mostrar um movimento mais amplo no mercado. Em vez de operar apenas como camada promocional, essas iniciativas vêm sendo ajustados para trabalhar melhor frequência, segmentação e valor percebido. Esse texto cita, por exemplo, a tentativa da Starbucks de tirar o programa do lugar de “livro de cupons”, o relançamento do Chipotle com mais recompensas e maior recorrência, e a estratégia da United de diferenciar mais claramente os benefícios entre quem tem ou não cartão co-branded.

O ponto mais útil aqui está justamente no padrão que emerge desses casos. Embora cada marca siga uma lógica própria, o conjunto sugere que os programas estão sendo revistos menos para “dar mais benefícios” de forma genérica e mais para definir com clareza o que deve estimular comportamento, o que deve premiar valor e o que precisa ser simplificado para o cliente. Em outras palavras, o texto ajuda a mostrar que a revisão dos programas deixou de ser exceção e passou a fazer parte da agenda estratégica de marcas que querem continuar relevantes.

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[BAGUETE]
Quando o app deixa de ser canal e passa a resolver a jornada

Por muito tempo, o varejo usou aplicativos como extensão do site ou canal de vendas, mas agora surge a possibilidade de o app operar como ambiente de relacionamento e, gradualmente, como agente capaz de antecipar necessidades e reduzir fricção. Essa virada aparece, nesse artigo, associada ao avanço da Inteligência Artificial, da arquitetura mais flexível dos aplicativos e da expectativa do consumidor por experiências cada vez mais fluidas.

O ponto que vale atenção está menos na promessa tecnológica e mais na mudança de lógica. Em vez de transferir complexidade para o usuário, os apps passariam a assumir parte do trabalho, com mais contexto, personalização e capacidade de execução. É uma leitura provocativa para marcas que ainda tratam o app apenas como presença digital, embora o texto funcione mais como visão de mercado do que como evidência consolidada.

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[THE WISE MARKETER]
No Canadá, a fricção no resgate parece pesar mais do que a falta de oportunidades para acumular

Dados antecipados do Bond Loyalty Report 2026 mostram que os canadenses participam, em média, de 15 programas de fidelidade, mas muitos ainda usam pouco seus pontos: 28% resgatam recompensas uma vez por ano ou menos. O dado mais interessante está no contraste entre acúmulo e uso: enquanto o mercado estima entre 13 e 15 bilhões de dólares canadenses em pontos não resgatados, 60% dos respondentes dizem preferir recompensas de pequeno ou médio valor, mais que o dobro dos que afirmam guardar para grandes resgates.

O caso reforça uma leitura que não é nova, mas cada vez mais necessária no setor: ampliar earn já não basta quando o resgate continua complexo, distante ou pouco aderente à vida cotidiana. Algo que já temos discutido por aqui e que aparece, mais uma vez, como ponto central para a efetividade dos programas: o valor do benefício não está apenas em existir, mas em ser simples de entender, fácil de usar e relevante o suficiente para entrar na rotina do consumidor.

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