Radar é uma curadoria de conteúdo do TSI com novidades sobre relacionamento, incentivo e fidelização no Brasil e no mundo
Ouça os destaques da curadoria de conteúdo de junho:
[Antavo] Os programas de fidelidade que apostam na experiência do cliente
Entender necessidades e anseios do público-alvo e prover isso com base na experiência: acesso antecipado, exclusividade, comodidades de envio e retirada, senso de comunidade etc. Este artigo reúne dez marcas que vêm engajando seus clientes nos Estados Unidos com programas de fidelidade que entregam ótima experiência do consumidor. A lista traz os respectivos programas e as razões de seu sucesso. Confira cinco deles:
[The Wise Marketer] Como se destacar entre tantos programas de fidelidade?
Conhecer seu público e possuir uma relação com ele para além do transacional é fundamental para a manutenção de um negócio e, para isso, programas de relacionamento ou fidelidade são a solução. Mas como conseguir isso em meio a um mar de programas? Segundo este artigo, um norte-americano médio é membro de 14.8 programas de fidelidade, mas se engaja de fato com 6.7 deles.
Qual o segredo desses? Relevância com estilos de vida, objetivos e aspirações desses consumidores. A concorrência faz com que esses programas tenham de conhecer de fato seus consumidores. Com foco no cliente, o texto afirma que o reconhecimento é uma ferramenta mais eficaz que a simples recompensa. O cliente quer ter sua escolha de compra valorizada, com ganhos tangíveis, mas o que o faz retornar será se sentir diferenciado entre tantos outros.
[ABEMF] Programas de fidelidade se valorizam com o atual cenário
Com a conjuntura, 55% das pessoas passaram a dar preferência para compras de marcas que oferecem programas de fidelidade. É a opinião dos participantes do levantamento realizado pela ABEMF (Associação Brasileira das Empresas do Mercado de Fidelização) e Locomotiva Instituto de Pesquisa. Os efeitos econômicos da pandemia tornaram ainda mais atraentes as vantagens e chances de poupar proporcionadas pelos programas.
A pesquisa aponta também um campo para expansão desse mercado, já que 74% dos que ainda não são cadastrados afirmaram pretender utilizar programas do tipo. Sobre os gatilhos motivacionais para participação nos programas, a resposta mais mencionada foi resgatar pontos/milhas em dinheiro (cashback), citada por 55%; seguida por conseguir recompensas mesmo com pouco saldo, com 44%.
[Fast Company] Guerra do streaming, camisetas e a experiência do cliente
E a guerra do streaming não tem apenas um campo de batalha. A Netflix está lançando uma loja virtual – pra vender camisetas, canecas e outras coisas – e fazer frente à sua rival Disney. O cálculo é simples: dar aos fãs a chance de mostrar sua paixão por seus personagens favoritos e faturar com o licenciamento de marca, como a companhia do ratinho faz. Para se ter uma ideia, em 2019, segundo a Licensing International, varejistas negociaram US$ 128 bilhões no mundo todo em produtos licenciados.
A Disney, com o estúdio e seus parques temáticos, conhece a experiência do cliente como ninguém, tendo advocacy do público há décadas, mas se aventurou há poucos anos na plataforma de streaming. A Netflix tenta fazer o caminho inverso. Com um acervo crescente de conteúdo original, ela espera conquistar corações e mentes dos fãs com todo tipo de quinquilharia. Camisetas Stranger Things são só o começo.
[Bond Brand Loyalty] Moedas de fidelização: valorização do tempo e impacto social
O tempo é uma moeda no loyalty. Neste artigo, a agência canadense Bond Brand defende que com pouco mais de um ano de pandemia, essa moeda se valorizou. O período de adaptação se foi, o consumidor não terá mais paciência. As experiências criadas pela Amazon, por exemplo, com entregas no mesmo dia, passam a impor um novo paradigma. Tempo é comodidade. Entregas rápidas, possibilidade de retirada na loja ou via drive-thru são realidades.
Esse ganho de tempo significa comodidade e jornadas sem fricções. Isso gera experiência, algo além do transacional e o que faz o consumidor inclusive não se preocupar com o tempo. Além disso, o texto ressalta a importância de um ‘capitalismo do stakeholder’, no qual não apenas clientes e funcionários importam, mas toda a cadeia de produção e comunidades – isto é, impacto social. Marcas preocupadas em servir bem e valorizar o tempo de seus clientes é que devem sobreviver.
[The Wise Marketer] A inflação na aquisição de clientes
Apesar de trazer exemplos do mercado norte-americano, este texto aborda um tema bastante comum à realidade brasileira: a inflação. A partir do aumento de preços de produtos e serviços (por várias razões) outro elemento sobe de valor: a aquisição de clientes. Para conseguir chamar a atenção do consumidor, fazê-lo abrir o email, clicar em CTAs, as empresas oferecem promoções e descontos agressivos.
O artigo dá exemplos de ações dos setores mais atingidos pela pandemia, de companhias aéreas a hotéis. E questiona, o varejo terá a mesma dinâmica? O ROI sobre aquisição de novos consumidores será impactado? Este tipo de flutuação do mercado mostra a importância da retenção de clientes, sempre de custo menor. Além disso, cliente fidelizado tem ticket médio maior e mais propensão a consumir da marca que já conhece.
Veja mais destaques da curadoria de conteúdo de junho:
Ter milhões de membros não garante engajamento. Entenda por que programas de fidelidade crescem em…
O Radar TSI #268 analisam o loyalty no centro da discussão sobre valor percebido, apresentam…
Programas de fidelidade ainda são pouco explorados como infraestrutura de dados. Entenda por que o…
O Radar TSI #267 traz um alerta sobre a segurança dos programas de fidelidade, discute…
Quase todos os programas de fidelidade querem crescer em 2026, mas muitos ainda não sabem…
Um olhar sobre os grandes temas de fidelização que atravessaram o TSI em 2025 —…