Em agosto, a Nike anunciou, nos Estados Unidos, a criação de um serviço de assinatura para fornecimento de tênis para crianças de 2 a 10 anos – o intuito, segundo a empresa, seria chegar até os pais que vivem no interior do país, longe de grandes centros e lojas. Em artigo para o Linkedin, Marcos Freitas, head of Business Modeling da Driven.CX, comenta a ação da gigante dos calçados e vestuário esportivo, com o que chama de Nike As A Service.
A assinatura funciona a partir de uma mensalidade, a mais cara, de US$ 50, dá direito a um tênis por mês – escolhidos pelos pais e enviados para a residência com frete grátis e caixa customizada com o nome da criança. Há também uma série de experiências disponíveis por meio de um site com o nome do serviço: Nike Adventure Club.
Para Freitas, com um sistema de assinatura, a Nike vai saber exatamente quem é o cliente, quanto ele gasta, qual modelo ele prefere, de quanto em quanto tempo ele compra e principalmente, se vai ter uma receita garantida por cliente. Seria uma inversão do modelo de negócios e que, se bem-sucedida, poderá ser aplicada para os demais clientes e produtos da marca.
Como transformar doações em fidelização? Na entrevista, Bruno Smith explica a estratégia da Lifeverso, que…
O Radar TSI #228 aborda o estado da experiência do cliente, como as empresas asiáticas…
Descubra como se adaptar a era dos valores, quando consumidores estão priorizando cada vez mais…
O Radar TSI #228 aborda o estado da experiência do cliente, como as empresas asiáticas…
Descubra como essas tendências estão moldando os novos horizontes para fidelização e engajamento de clientes
O Radar TSI #227 aborda dicas para se destacar em um mundo mobile-first, como as…