Este texto do WSJ aborda um tema que tira o sono de muitas equipes de marketing: canais (e réguas) de comunicação com os clientes. A conjuntura mudou os padrões e o que é considerado aceitável, cabendo a cada companhia avaliar o que seu consumidor gosta e precisa e se está disposto a ter sua privacidade quebrada por algum conteúdo ou oferta via SMS.
O WSJ traz exemplos de marcas que, com permissão dos clientes, passaram a oferecer entretenimento ou sugestões de atividades, em vez de apenas ofertas e promoções. Segundo o artigo, mensagens de texto têm 100% de abertura e um apelo muito mais pessoal que emails e sites; afirma ainda que, nos EUA, houve crescimento de 53% na assinatura dessas mensagens. Um campo aberto para experimentações.
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