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[Radar TSI #258] De anúncios a interações, Brasil dita tendências em fidelização, Black Friday e o poder do mobile e +

RADAR é uma curadoria do Tudo Sobre Incentivos, um espaço dedicado a comentários e indicações de conteúdos relacionados ao mundo da fidelização e do engajamento. Nesta edição do Radar TSI #258, reunimos artigos e estudos que exploram o potencial dos rewarded ads para gerar lealdade, destacam por que o Brasil dita tendências globais em fidelização, revelam como o mobile se consolidou como canal-chave de recompra e retenção durante a Black Friday e muito mais.


[EMARKETER]
De anúncios a interações: o potencial dos rewarded ads para gerar lealdade

Um novo estudo da eMarketer em parceria com o Discord ouviu 160 profissionais de marketing nos Estados Unidos para entender como os rewarded ads — anúncios que oferecem uma recompensa imediata em troca de uma ação voluntária do usuário — estão sendo incorporados às estratégias das marcas. O formato, comum em apps e jogos, tem se expandido para redes sociais, plataformas de streaming e mensagens. E o mais interessante: os profissionais o enxergam como uma ferramenta de retenção e construção de lealdade, não apenas como um mecanismo de performance de curto prazo.

As recompensas mais valorizadas foram benefícios in-game (74%), tempo sem anúncios (65%), descontos/cupons (63%) e conteúdo exclusivo (53%). Além disso, o formato se mostra especialmente efetivo entre os mais jovens, que o percebem como menos intrusivo e com maior senso de controle — principalmente quando há clareza sobre a recompensa e relevância no momento da interação. O relatório reforça que, ao entregar valor imediato de forma opt-in, os rewarded ads podem fortalecer a relação com o usuário, criar experiências mais positivas e aumentar o engajamento de forma recorrente.

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[LAB LOYALTY CAST]
CEOs das coalizões mostram por que o Brasil dita tendências em fidelização

No episódio especial do podcast LAB Loyalty Cast, os CEOs da Dotz (Otávio Araujo), Livelo (André Fehlauer) e Stix (Eduardo Leonidas) se reuniram para uma conversa inédita sobre os pilares da fidelização no Brasil. Com mediação de Fábio Santoro e apoio da ABEMF, os executivos compartilharam os KPIs mais relevantes de seus programas — como engajamento consciente, breakage abaixo de 5%, NPS e diversidade de acúmulo e resgate — e revelaram por que o país é visto como referência global. Para além dos números, reforçaram que a confiança conquistada por marcas de fidelidade no Brasil permite que os programas ampliem seu escopo e papel na vida do consumidor.

Com visões complementares, os três líderes abordaram temas como jornadas omnichannel, simplificação da experiência, uso de dados para personalização e o papel dos meios de pagamento no futuro da lealdade. Destaque para a ideia de “fidelidade como hub de benefícios”, com pontos, cashback, descontos e experiências se integrando a rotinas reais — e acessíveis — de diferentes perfis de clientes. Entre aprendizados e tendências, ficou claro que a força das coalizões está na combinação entre escala, inteligência e usabilidade, sempre colocando o cliente no centro.

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[CARTA CAPITAL]
Black Friday e o poder do mobile na recompra e retenção

Essa matéria traz dados relevantes sobre como a Black Friday de 2024 consolidou o celular como principal canal de compra. De acordo com levantamento da Kobe Apps, 73% das transações foram realizadas via smartphones, e 88% dos consumidores pesquisaram diretamente nos sites e aplicativos das marcas antes de finalizar a compra. O ticket médio nos apps ainda foi 50% superior ao registrado em sites responsivos, evidenciando o papel estratégico do mobile na rentabilidade.

Ano após ano, fica mais claro que a Black Friday deixou de ser apenas uma data promocional e se tornou um ponto-chave para atração, ativação e retorno dos clientes. O crescimento do mobile é impulsionado por usabilidade, personalização e recorrência nos apps — elementos que fortalecem a fidelização. O desafio agora é transformar esse canal em um espaço contínuo de relacionamento, construindo vínculo e lealdade ao longo de toda a jornada.

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[PYMNTS]
Menos cliques, mais contexto: a infraestrutura de confiança que a Visa quer escalar

O comércio digital está se reorganizando em torno da chamada “economia dos prompts”, onde o consumidor deixa de buscar produtos manualmente e passa a interagir com agentes que recomendam — e decidem — por ele. Nesse cenário, a Visa está testando uma nova camada de confiança para viabilizar o que chama de “agentic AI”: transações mediadas por inteligência artificial personalizada. O plano inclui tokenização de dados, credenciais flexíveis (como alternar entre débito e crédito automaticamente), e históricos portáteis que ajudam os agentes a entenderem preferências com mais contexto e menos fricção.

Embora o foco principal seja infraestrutura para pagamentos, a lógica pode gerar aprendizados para o universo da fidelização. Em vez de oferecer um “corredor infinito” de opções, a proposta é entregar recomendações contextualizadas e com base em relacionamento — algo que programas de fidelidade e plataformas de recompensas também buscam. Lealdade e recorrência, nesse novo ecossistema, podem surgir não só da recompensa, mas da conveniência de uma jornada fluida e com sentido.

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