Na edição #86 da nossa newsletter de curadoria de conteúdo, o Radar, falamos sobre a inflação na aquisição de clientes; transformação digital no Brasil e experiência do consumidor; criptomoedas no loyalty; panorama das questões ambientais, sociais e de governança no país.
Apesar de trazer exemplos do mercado norte-americano, este texto aborda um tema bastante comum à realidade brasileira: a inflação. A partir do aumento de preços de produtos e serviços (por várias razões) outro elemento sobe de valor: a aquisição de clientes. Para conseguir chamar a atenção do consumidor, fazê-lo abrir o email, clicar em CTAs, as empresas oferecem promoções e descontos agressivos.
O artigo dá exemplos de ações dos setores mais atingidos pela pandemia, de companhias aéreas a hotéis. E questiona, o varejo terá a mesma dinâmica? O ROI sobre aquisição de novos consumidores será impactado? Este tipo de flutuação do mercado mostra a importância da retenção de clientes, sempre de custo menor. Além disso, cliente fidelizado tem ticket médio maior e mais propensão a consumir da marca que já conhece.
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Com mais de 100 empresas consultadas, a Sambatech produziu a pesquisa Transformação Digital no Brasil. Entre as tendências para este ano, lideram a inteligência artificial (33%) e produtos customizados (22,5%). Ainda, 57% das lideranças ouvidas afirmam que veem como uma das principais ameaças digitais a fraca experiência do consumidor.
Outros pontos em destaque foram a dificuldade de encontrar mão de obra qualificada e a prioridade de investimento em analytics avançados (62%). De acordo com o CEO da Sambatech, este último devido ao fato de que a quantidade de dados gerados atualmente sobre o público, frequência de compra e ticket médio, por exemplo, não serem analisados. E as novas jornadas dos clientes impõem essa varredura.
As criptomoedas avançam. A cada dia, novos estabelecimentos ou operações as aceitam como forma de pagamento. E chegou a hora para os programas de fidelidade. Segundo artigo de Bryan Pearson, uma pesquisa da Harris Poll nos Estados Unidos apontou que 44% dos entrevistados gostariam de receber moedas digitais como alternativa a cashback de varejistas.
O texto mostra como mais e mais lojistas vêm aceitando a moeda, casos de Starbucks (em seu programa de fidelidade), Whole Foods e Nordstrom, entre outros. As novas gerações são mais propensas a adotarem as mudanças, mas mais de 70% dos respondentes estão familiarizados com a Bitcoin, por exemplo. O autor afirma ainda que o ambiente pós-pandemia é perfeito para a popularização das criptomoedas no loyalty.
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A Rede Brasil do Pacto Global da ONU (Organização das Nações Unidas) e a plataforma Stilingue, de monitoramento de redes sociais, lançaram o estudo A Evolução do ESG no Brasil. O levantamento traça um panorama do debate de questões ambientais, sociais e de governança (de ESG, environmental, social and governance) no país, além de trazer temas e marcas envolvidos com o conceito.
Os cinco setores mais vinculados à discussão sobre ESG em 2020 foram: Financeiro, Óleo e Gás, Alimentos e Bebidas, Agronegócio e Varejo. Políticas de equidade de gênero (57%) são mais frequentemente trabalhadas nas empresas do que equidade de raça (46%) e LGBTQIA+ (31%). O estudo mostra ainda que existe discrepância entre anseios identificados em redes sociais e aplicações das empresas. Segundo o CEO da Stilingue, “as empresas têm uma grande oportunidade de explorar ações de suas marcas de forma mais contundente”.
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