RADAR é uma curadoria do Tudo Sobre Incentivos, um espaço dedicado a comentários e indicações de conteúdos relacionados ao mundo da fidelização e do engajamento. No Radar TSI #175, reunimos textos sobre as criptomoedas em programas de fidelidade, o gerenciamento do ciclo de vida do cliente e seu impacto na fidelização, a neurociência no Loyalty e mais.
Apesar de abalado por escândalos recentes e ser um mercado bastante volátil, o potencial das criptomoedas é inegável. Tanto que diferentes players começam a oferecer opções de investimento na área, como a Magazine Luíza (via seu braço financeiro, o MagaluPay) e o Itaú. O maior banco do País irá disponibilizar bitcoin e ethereum, as duas principais moedas criptos do mundo em valor de mercado. Além disso, o uso dessas moedas na fidelização começa a se tornar mais comum.
Um exemplo é a plataforma Nu Cripto, da Nubank, hoje com 1,6 milhão de usuários e um volume transacionado de R$ 1,5 bilhão. Seus clientes recebem um “coinback” em Nucoins, um token de utilidade, estruturado em blockchain, de seu programa de fidelidade. Outro, é do Mercado Pago, fintech do Mercado Livre, com mais de 2 milhões de usuários, também possui seu token de relacionamento, o Mercado Coin, ligado ao seu programa de fidelidade e acumulado em carteira digital.
Uma das questões primordiais para as empresas: a marca atraiu a atenção do cliente e conseguiu fechar a venda. Mas e agora, o que fazer para isso se tornar um processo contínuo? Este artigo aborda essa questão por meio do processo de Customer Lifecycle Management (CLM), a Gestão do Ciclo de Vida do Cliente, com aplicação de ações e métricas em todos os estágios, do contato e aquisição ao pós-venda, promovendo novas compras e gerando fidelização.
Por outro lado, o texto defende que a CLM é diferente do gerenciamento da fidelidade do cliente, pois cada um teria focos e estratégias distintas, ainda que estejam sob o guarda-chuva da gestão do relacionamento com o consumidor. Os estágios da CLM são: Awareness (o cliente conhece a marca); Engajamento (ele faz contato, torna-se um lead); Compra; Retenção/Fidelização (a marca atua com iniciativas); Growth (o cliente passa a fazer parte dessas ações e consumir mais); e Advocacy (o cliente torna-se um promotor da marca).
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Com a recuperação judicial da controladora SouthRock no Brasil, a Starbucks irá encerrar seu programa de fidelidade no País. Os membros do Starbucks Rewards terão até o dia 31 de janeiro para utilizar seus saldos. A partir dessa data também serão suspensos os pagamentos com Starbucks Card ou aqueles feitos com o aplicativo da marca. A informação foi divulgada em comunicado no site da companhia.
Apesar dos contratempos com as lojas, e agora, com o programa de fidelidade, no Brasil, mundialmente, o Starbucks Rewards é um case de sucesso, com suas estrelas de acúmulo como crédito. Em novembro último, a empresa anunciou suas metas para o futuro, em um evento para investidores, em Nova York. Entre os planos de expansão da marca está a de dobrar em cinco anos os atuais 79 milhões de membros do programa (hoje com cerca de 20 milhões apenas na China).
É ponto pacífico que nossas decisões, principalmente as de compra, são influenciadas por diferentes fatores, mesmo quando as analisamos da forma mais racional possível. Este artigo argumenta que é possível ter melhores resultados na fidelização de marca atingindo as duas diferentes áreas do cérebro: o sistema límbico (ligado às emoções e ao nosso sistema de recompensas) e o neocórtex (responsável por nossas habilidades cognitivas superiores).
Por exemplo, a formação de hábito, algo essencial ao Loyalty, está linkado ao sistema límbico, por isso, programas que estimulam o sistema de recompensas têm mais chance de sucesso, assim como o apelo às emoções e à confiança (o autor cita cases e marcas como a Apple e Chanel). O texto afirma que o mercado de neuromarketing está avaliado hoje em US$ 3 bilhões apenas nos Estados Unidos, com projeção de crescimento composto de 8,9% ao ano entre 2024 e 2032.
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