RADAR é uma curadoria do Tudo Sobre Incentivos, um espaço dedicado a comentários e indicações de conteúdos relacionados ao mundo da fidelização e do engajamento. Nesta edição do Radar TSI #263, reunimos artigos e estudos que abordam como o fenômeno Wicked, que transforma fãs em repetidores de palco, a evolução das assinaturas, que precisam garantir controle total ao cliente para reter valor, o exemplo do Zé Delivery, que usa recompensas para converter o boom da Black Friday em recorrência e muito mais.
A força de “Wicked” ultrapassou telas e palcos, consolidando uma base de fãs que não apenas consome, mas vive a história. Com bilheteria histórica na Broadway e mais de 1 milhão de ingressos vendidos pela montagem brasileira, em cartaz no Teatro Renault, em São Paulo, o musical se tornou um fenômeno cultural de longo prazo. E essa paixão até ganhou formato estruturado com o programa Melhor Aluno de Shiz, que recompensa recorrência.
A iniciativa permite acumular pontos por sessão assistida da peça. As recompensas vão desde bottons até itens altamente aspiracionais, como a vassoura da Elphaba e a varinha da Glinda, que exigem ao menos 30 idas ao espetáculo. Pode parecer muito, mas, apenas entre março e setembro, já foram distribuídos 16.883 bottons, 75 vassouras e 38 varinhas. É prova de que, quando emoção, propósito e status se encontram, a lealdade desafia a gravidade. Uma inspiração e tanto para o nosso setor.
O artigo mostra que, diante da saturação de serviços recorrentes, a fidelidade precisa ser conquistada pela liberdade e não pela dificuldade de cancelar. O texto destaca como consumidores hoje rotacionam e cancelam mais rápido quando o serviço deixa de entregar valor, e rejeitam práticas como renovações automáticas e termos confusos. A própria métrica de lealdade muda. Assim, o que importa não é por quanto tempo alguém fica, mas quantas vezes a pessoa escolhe voltar.
Permitir pausa, downgrade e cancelamento sem atritos reduz churn e aumenta a chance de retorno. Essa visão está alinhada ao que Navpreet Randhawa, da Mastercard, trouxe no 8º Fórum da ABEMF: o consumidor quer controle total sobre sua assinatura. O ponto novo da Forbes está no alerta: programas que tentam “compensar” uma experiência ruim com perks, descontos e pontos estão empilhando benefícios sobre fricção, e fricção destrói a confiança. Hoje, o diferencial não está em prender o cliente em regras, mas criar uma relação voluntária, baseada em clareza, conveniência e poder de escolha.
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A Black Friday chega amanhã — e o Zé Delivery quer superar os mais de 6 milhões de pedidos registrados no último novembro. Para isso, coloca o programa de fidelidade no centro da estratégia: desde 7 de novembro até 8 de dezembro, cada compra acumula 1 ponto por real gasto, e os pontos podem ser trocados por itens que geram números da sorte para concorrer a R$500 mil em prêmios. Ao todo, nove ganhadores receberão kits com 22 produtos da Casas Bahia, como TV, geladeira e iPhone 17 — recompensas alinhadas com o desejo de consumo da data.
A marca também lança, no dia 29, um web app que libera cupons ao escanear produtos físicos ou digitais. A lógica é simples: depois de investir em eletrodomésticos ou outros itens, o consumidor quer celebrar com amigos — e o Zé quer estar nesse momento. Com mídia massiva, conveniência no “Modo Turbo” e recompensas de alto apelo, a estratégia transforma o pico promocional em recorrência real. Mais do que descontos, o Zé entrega um motivo para voltar.
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Esse texto traz o case da Weigel’s, rede de 84 lojas no Tennessee (EUA), que decidiu ir além da mecânica tradicional para envolver seu público no dia a dia. A empresa criou o Weigel’s Arcade & Coin Catalog, uma experiência de games dentro do aplicativo MyWeigel’s que permite jogar, acumular moedas virtuais e trocá-las por recompensas exclusivas do programa de fidelidade. Em poucos meses, o Arcade ultrapassou 1 milhão de jogadas, mostrando que o engajamento com a marca não acontece só na bomba de combustível ou no caixa da loja, mas onde o cliente estiver.
Segundo Jessica Starnes, diretora de loyalty da rede, o Arcade se tornou um hábito diário para milhares de usuários. Prova que fidelizar não é apenas incentivar compras, mas criar momentos de conexão e recorrência que mantêm o cliente próximo mesmo fora da transação. Ao transformar o programa em entretenimento, a Weigel’s evita uma possível fadiga de plataformas ancoradas só em pontos e descontos, e mostra que lealdade também se constrói com diversão.
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